CPLP considera eleições em São Tomé e Príncipe transparentes, livres e credíveis
A Missão de Observação Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (MOE-CPLP) considerou que as eleições Legislativas, Autárquicas e Regional em São Tomé e Príncipe decorreram num clima de transparência, liberdade e credibilidade. De acordo com o relatório preliminar divulgado pela organização internacional, o sufrágio realizado no arquipélago cumpriu com as normas eleitorais em […] O conteúdo CPLP considera eleições em São Tomé e Príncipe transparentes, livres e credíveis aparece pr
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A Missão de Observação Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (MOE-CPLP) considerou que as eleições Legislativas, Autárquicas e Regional em São Tomé e Príncipe decorreram num clima de transparência, liberdade e credibilidade. De acordo com o relatório preliminar divulgado pela organização internacional, o sufrágio realizado no arquipélago cumpriu com as normas eleitorais em vigor, demonstrando a maturidade democrática do país.
Chefiada por Vicente Ehate Tomi, antigo primeiro-ministro e actual vice-presidente do Conselho da República da Guiné Equatorial, a comitiva integrou 27 observadores, entre diplomatas, deputados da Assembleia Parlamentar da CPLP e técnicos especializados. Durante a sua permanência em São Tomé e Príncipe, a equipa desdobrou-se em dez equipas para garantir a cobertura dos principais círculos eleitorais, incluindo Água Grande, Mé-Zóchi, Cantagalo, Caué, Lembá, Lobata e a Região Autónoma do Príncipe.
No total, os observadores da CPLP acompanharam o funcionamento de 228 mesas de voto, abrangendo cerca de 99.600 eleitores inscritos, o que representa aproximadamente 80% do eleitorado nacional, excluindo a diáspora. A votação decorreu de forma organizada e sem interrupções significativas, num ambiente de tranquilidade e civismo.
Avaliação positiva dos procedimentos de votação
Segundo os dados recolhidos pelas equipas de observação no terreno, os procedimentos de votação foram classificados como “Bom” em 96% das mesas fiscalizadas. Embora tenham sido registados ligeiros atrasos na abertura de algumas assembleias de voto, a missão garantiu que tais ocorrências não afectaram o normal desenrolar do processo eleitoral, tendo sido assegurado o sigilo do voto e a correcta selagem das urnas.
Ao longo da sua estada, a MOE-CPLP manteve encontros de trabalho com a Comissão Eleitoral Nacional, partidos políticos concorrentes, sociedade civil e parceiros internacionais, como a União Europeia e as Nações Unidas. O relatório final com as recomendações detalhadas será apresentado brevemente ao Presidente da República de São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, consolidando o papel da CPLP no fortalecimento das instituições democráticas na região lusófona.
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- 340 words · 2 min read
- Published
- October 3, 2026
- Byline
- Correio Kianda
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- Correiokianda