"Angola não precisa de eliminar a economia informal, mas de aprender a beneficiar da sua capacidade produtiva"
Por ocasião do lançamento da segunda edição da sua obra «Economia Informal em Angola», marcado para esta sexta-feira, 6 de Novembro, na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, Francisco Queiroz defende uma mudança de paradigma no tratamento da economia informal. Propõe o reconhecimento jurídico da economia não estruturada, a sua integração nos instrumentos de análise macroeconómica e uma relação de complementaridade com a economia oficial.
Por ocasião do lançamento da segunda edição da sua obra «Economia Informal em Angola», marcado para esta sexta-feira, 6 de Novembro, na Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto, Francisco Queiroz defende uma mudança de paradigma no tratamento da economia informal. Propõe o reconhecimento jurídico da economia não estruturada, a sua integração nos instrumentos de análise macroeconómica e uma relação de complementaridade com a economia oficial.
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- 66 words · 1 min read
- Published
- November 7, 2026
- Source
- Expansão